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SEJAM BEM VINDOS

A LUZ SÓ PROVEM DA VERDADE, E NUNCA DAS ILUSÕES.

SE ME RENEGAREM, COMO VOU TRANSFORMA-LO disse o senhor JESUS

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

QUANDO OS BONS DESEJAM



Você já se deu conta de como o mundo está mudando? E não é para pior, de forma alguma.
Embora as manchetes, todos os dias, nos cientifiquem da violência, da desonestidade de muitos, o mundo está caminhando para melhores dias.
Basta se atente para notícias não tão retumbantes mas que se encontram em jornais, revistas, na internet.
Como asseverou Jesus: Buscai e achareis.
Quem, portanto, deseja saber o todo que ocorre nesta aldeia global, procura e encontra verdadeiras pérolas.
Por exemplo, a informação de quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz, no ano de 2011.
Nada menos de três mulheres. E não é o fato de serem mulheres que torna a nota importante. Mas o que elas promovem, realizam em seus países e no mundo.
Ellen Johnson Sirleaf, presidente liberiana, primeira da África, eleita em 2005. Tawakkul Karman, ativista iemenita e Leymah Gbowee, assistente social da Libéria.
Leymah, em nome da paz, combate a desumana situação das mulheres no seu país, no Oriente Médio ou onde quer que a opressão as violente.
Mãe de seis filhos, essa mulher corajosa iniciou um movimento de mulheres para exigir a paz na Libéria. Viajou de aldeia em aldeia, organizando as mulheres.
Contra todas as expectativas, convenceu cristãs e muçulmanas a se unir. Seu discurso era:
Aqui, no movimento, não somos advogadas, ativistas nem esposas. Não somos cristãs nem muçulmanas, não somos dessa ou daquela tribo. Não somos nem nativas nem da elite. Somos apenas mulheres.
Levar as mulheres a lutar pela paz era o que ela desejava fazer na vida.
Quando as mulheres lhe perguntavam: Por que devemos fazer alguma coisa? – ela rebatia: Porque é da sua conta! Porque são vocês que têm sido violentadas pelos combatentes. Foi o seu marido que morreu. É o seu filho que está sendo alistado à força no exército.
Luta árdua, difícil.
Foi o grupo de Leymah que apressou a renúncia do presidente Charles Taylor em 2003 e o fim da guerra civil em seu país.
De onde tira a sua coragem? Da fé, diz ela. Tudo o que sou, tudo que aspiro ser, tudo o que fui, foi pela graça de Deus.
E assevera: Sempre há algo que uma pessoa sozinha pode fazer. Deus nos criou a todos com alguma contribuição inigualável a dar.
Alguns são chamados para ser o vizinho que vai juntar as crianças para cantar ou escutar.
Outros, para ser grandes oradores.
Quero acabar com o mito de que somos vítimas o tempo todo.
Somos mulheres fortes que passamos pelo inferno e ainda conseguimos nos manter de pé.
Onde quer que estejamos, podemos nos levantar.
Nada pode nos impedir de sermos o que quisermos.
Hoje, Leymah viaja pelo mundo como diretora-executiva da rede de mulheres pela paz e pela segurança na África, defendendo mulheres e meninas e tem assento junto a autoridades, que a ouvem.
Bem afirmaram os Espíritos Celestes, em O Livro dos Espíritos que, quando os bons o quiserem, eles predominarão sobre a Terra.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.




domingo, 21 de julho de 2013

AMIZADE









Amizade quer dizer companheirismo, cumplicidade, lealdade, compreensão, altruísmo e muito mais...!

Nela só pode conter coisas boas, senão não seria Amizade...

Ter um amigo é poder confiar plenamente, é estar sempre disposto a ajudar nos momentos de dificuldade, é poder contar os nossos segredos, sabendo que, apesar do amigo ter outros amigos, nossa confidência estará segura e ninguém mais saberá o que foi dito.

É estar sempre pronto a dar o ombro para que possamos chorar sem constrangimento e ouvir palavras de consolo e de apoio, se não for possível ajudar de outra forma.

Não precisamos ver o amigo todos os dias, mas temos a certeza que ele está em algum lugar, nos esperando quando a necessidade surgir.

O amigo nos encoraja nos dá ânimo e nos levanta quando caímos.

Entram em nossa vida silenciosamente, porque é um enviado de Deus, um anjo para nossos momentos de tristeza...

Tem um sorriso aberto e as mãos sempre estendidas, dispostas à doação.

Mesmo estando longe de nossas vistas, estará sempre em nosso pensamento e em nosso coração.

A amizade é um tesouro inesgotável, e temos que saber preservar e cultivar como a uma planta, que só permanecerá viva se cuidarmos com carinho, amor e lealdade.

Seu significado é igual ao amor fraterno, sincero quando verdadeiro, e que maldade alguma pode destruir!

A amizade é um sentimento sublime, um cristal raro de se encontrar, mas que ainda não se perdeu, apesar do mundo em que vivemos, onde o egoísmo e o egocentrismo estão entorpecendo as pessoas, tornando-as insensíveis.

Não podemos e nem devemos perder um amigo, por uma leviandade nossa, se isto acontecer, o cristal terá se quebrado e, já não será como antes, mesmo que consigamos colar os pedacinhos...

O verdadeiro “Amigo” é aquele em que podemos confiar, sem medo, que caminha ao nosso lado, e terá sempre o seu lugar guardado em nosso coração.

Não precisamos ter muito amigos, um é suficiente para nos consideramos privilegiados. FONTE INTERNET




domingo, 28 de abril de 2013

o bico de gas



- Acorde para a verdade, Vitalino! Acorde e viva!... Acorde e viva!...
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O BICO DE GÁS

Naquela noite Vitalino discutira muito. Acaloradamente.
Opondo-se aos argumentos de dois amigos, combatia a fé. Acreditava somente no que visse. Estudara profundamente a anatomia e precisava apalpar para crer. Necessitava sentir, ouvir, cheirar, analisar...
Por isso mesmo, estava contrariado ao recolher-se.
A esposa demorou-se ainda um tanto em luta pela ordem no apartamento estreito.
Acomodava os filhinhos, atendia aos afazeres da casa.
Mas, mesmo depois que Da. Constância passou a ressonar, Vitalino prosseguia em solilóquio mental.
Não mudaria. Era homem prático. Só renderia à evidência dos fatos. Queria fatos. Mais fatos. Mais fatos para compreender os fatos.
Algo cansado, acabou dormindo.
Dormiu e sonhou que se achava diante de Rosalino, seu velho irmão desencarnado havia muitos anos...
* * *
Rosalino dizia convincente:
- Meu caro, ouvimos-lhe as considerações silenciosas.
Realmente, as provas de sobrevivência, muitas vezes, são difíceis. Mas, essa circunstância, só por só, não lhe autoriza negá-la.
Veja bem.
Existe a fé automática, inconsciente, sem comprovação. É a aceitação dos acontecimentos naturais, sem a ajuda dos sentidos.
Em quanta coisa você confia inteiramente sem proceder a qualquer exame!
Você não examina a competência do motorista, mas viaja no veículo despreocupadamente...
Você não testa a resistência do leito, cada noite, mas deita e dorme tranquilo...
Você não vê os ingredientes que lhe compõem a refeição, mas como sem medo...
Você não experimente a segurança da casa bancária, mas confia-lhe os bens sem titubear...
Por outro lado, inúmeras ocorrências perspassam-lhe na vida sem merecer de sua parte estudo mais acurado.
Você não apalpa o ar, mas respira o oxigênio sem susto...
Você não vê o vírus, mas sofre a gripe...
Você não escuta muitas das ondas sonoras que se entrecruzam à sua volta, mas ouve satisfeito os programas radiofônicos...
Você não mediu o Universo, metro a metro, mas reconhece o infinito da Criação...
Você não morreu ainda, mas aceita a fatalidade do fenômeno da morte...
Igualmente, meu amigo, você diz que não vê e não pega o Mundo Espiritual, mas.....ele....existe...
Acorde para a verdade!
Acorde e viva!
Acorde e viva!
* * *
Como se impulsionado por estranha força, Vitalino despertou no corpo físico.
O ambiente pesava. Fazia-se o ar irrespirável. Algo sucedera de estranho...
Levantou-se estremunhado. Procurou o berço das duas crianças. Ambas desacordadas.
Aflito, abre maquinalmente a janela próxima e faz luz.
Somente aí descobre que a esposa, distraída, deixara aberta a torneira do gás.
A família salvara-se a tempo.
E, passado o perigo, tomou papel e lápis, escreveu todas as considerações que ouvira em sonho, e começou a meditar...
(Do livro "A Vida Escreve", pelo Espírito Hilário Silva, Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira)
Visite Amigos de Paz e Fraternidade em: http://apoiofraterno.ning.com/?xg_source=msg_mes_network


domingo, 24 de março de 2013

NIMGUEM E INFERIOR OU SUPERIOR






Quando falamos na prepotência do ego, na inconveniência do egocentrismo não estamos exortando a ninguém a se rebaixar, submeter ou diminuir-se perante os outros. Lembre-se de que ninguém é inferior ou superior. Jamais nos aceitaremos como somos até entendermos que somos únicos e por isso mesmo incomparáveis.

Simplesmente é um convite a reflexão de que não devemos empenhar em provar nossa razão nas discussões, mostrar que venceu tal ou qual comparação, apregoar vaidosamente suas qualidades e ilusoriamente sentir-se superior ou melhor do que o outro.

Tanto Buda como Jesus pregaram o caminho da humildade. Ambos insistiram para que as pessoas se colocassem todas no mesmo nível. “Somos todos irmãos”, disse Jesus e Buda recomendava que os homens abandonassem qualquer ilusão de superioridade.

Transformamo-nos em pessoas íntegras, não à medida que acumulamos, mas à medida que nos livramos de tudo que não é verídico, de tudo que é falso ou inautêntico.

Isso, contudo, não deve levar você a usar a máscara da humildade; isso seria uma vaidade, um produto do ego. Você estaria pretendendo ostentar uma humildade, o que seria uma farsa, uma maneira de a vaidade ficar escondida atrás da porta.

Muitos interpretaram equivocadamente as palavras dos Mestres. Entenderam que, se não eram superiores, seriam, então, inferiores. Sendo inferiores, nada mais natural do que aceitar passivamente humilhações.

Humildade é honestidade. A honestidade de ser exatamente quem você é, sem aumentar suas qualidades, sem querer impressionar os outros. É não querer parecer especial aos olhos de ninguém, principalmente aos seus próprios. Neste processo você se aproxima cada vez mais de sua essência, e nada é mais doce do que ficar em harmonia consigo mesmo.

Também não é nada contra ter autoconfiança, sentir-se capaz de realizar certas coisas. Entretanto, a autoconfiança sem humildade é arrogância, enquanto que humildade sem autoconfiança é fracasso.

jorge luiz Barbosa
23:18 (12 horas atrás)
AGRADECIMENTO A GENTILEZA DO NOSSO IRMAO DE LUZ









POR: DR. LUIZ AINBINDER - Luz da Psicologia

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

nossa vida mental






Nossa Vida mental


Livro: Ideal Espírita
André Luiz & Francisco Cândido Xavier


As almas ingressam nas responsabilidades que procuram para si mesmas.

Segundo talhamos o nosso perfil moral, angariamos os favores das oportunidades de serviço diante das Leis Universais.

Ninguém foge aos estigmas da viciação com que sulca a estrutura da própria vida. Paz significa vitória da mente sobre os seus próprios atributos. Resguardemos, assim, a vida mental, na certeza de que o teor da nossa meditação condiciona a altura da nossa tranqüilidade.

Nada ocorre conosco sem resultado específico..

Teimosia no erro - conta agravada.

Ausência de disciplina - débito permanente.

Remorso - aviso da consciência.

Reajustamento - estágio na enfermidade.

Multiformes ocorrências no mundo interior anunciam constantemente o clima de nossa escolha.

A tempestade é precedida dos indícios inequívocos que lhe configuram a extensão.

De igual modo, através da análise real de nós mesmos, encontramos o exato esboço das futuras experiências. À vista disso, ante a luz do Evangelho, ninguém desconhece a essência do destino que se lhe desdobra ao porvir.

A Justiça da Lei tem base na matemática. E quem possui parcelas determinadas pode ajuizar perfeitamente quanto à soma daquilo ou disso.

Entrega-te, pois, a novos haustos de esperança e supera as próprias limitações, atendendo aos apelos do amor que ecoam da Altura.

Reúne humildade e serviço, simplicidade e perdão, estudo e caridade, bondade e tolerância, no esforço de cada dia, e com semelhantes fragmentos de amor e luz levantarás o templo divino de tuas mais belas aspirações, diante da Eternidade.



Visite Amigos de Paz e Fraternidade em: http://apoiofraterno.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O MAIS NECESSARIO





Conta-se que, certa vez, o Imperador D. Pedro II recebeu uma carta de seus admiradores, que dizia que eles haviam decidido abrir uma lista a fim de angariar fundos suficientes para erigir uma estátua em sua homenagem.

D. Pedro leu com vagar a missiva. Depois, redigiu a resposta aos promotores do movimento, pedindo-lhes que aplicassem o produto da lista na instalação de escolas para o povo.

Entre outros apontamentos, escreveu: Senhores. Sabem como sempre tenho falado no sentido de cuidarmos seriamente da educação pública.

Nada me agradaria tanto como ver a nova era de paz, firmada sobre o conceito da dignidade dos brasileiros, começar por um grande ato de iniciativa deles a bem da educação pública.

Agradecemos a ideia que tiveram da estátua. Estou certo de que não serei forçado a recusá-la.

* * *

Utilizar bem os recursos amoedados é demonstração de sabedoria. Empreender campanhas em prol dessa ou daquela causa também.

Sempre que nos prestarmos a arrecadar fundos, a colaborar para o bem geral, pensemos no que é mais apropriado.

Auscultemos as necessidades da localidade onde vivamos, e nos perguntemos: O que é mais importante?

Se o local está com lixo nas ruas, compete-nos lutar pela coleta de lixo, e educação aos moradores para que coloquem, em dias certos, em locais apropriados, bem acondicionado todo o lixo, a fim de ser recolhido.

Se a localidade onde residimos não dispõe de socorro médico algum, cabe-nos incentivar a instalação de um ambulatório, um posto médico, um pequeno hospital. Ao menos, para atender as situações mais emergenciais, os casos mais críticos, porque perder minutos no atendimento médico pode significar a morte.

Se observamos a criançada andando solta pelas ruas, rapidamente encetemos uma campanha pela instalação de uma escola.

Se a escola existe, verifiquemos se não está deficitária. Não estará necessitando de recursos materiais e humanos para poder atender a maior número de crianças?

Disponhamo-nos a ser voluntários nas horas da semana que nos sobrem e auxiliemos a escola.

Verifiquemos, em loco, o que de mais carece e lutemos por conseguir.

Se nos preocuparmos com a criança, hoje, instruindo-a, educando-a, amanhã, com certeza, teremos menos criminosos para punir.

* * *

Dinheiro não é fator absoluto de felicidade, mas pode concretizar a felicidade de muitos.

Pode se transformar no remédio ao doente, na gota de leite à criança faminta, no teto ao velhinho sem família ou em abandono.

Pouco dinheiro pode comprar um pão, muito dinheiro pode abrir um negócio que empregue vários pais de família, a fim de que muitas crianças tenham pão à mesa. E não somente pão, mas frutas, verduras e uns docinhos extras.

Assim, toda a vez que o dinheiro circular por nossas mãos e nos sintamos motivados a realizar campanhas, pensemos sempre no mais necessário. Realizemos o melhor.



Redação do Momento Espírita,

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

amizade preciosa





Amizade é excelente presença de Deus no relacionamento das almas.

As referências à amizade se encontram desde o Antigo Testamento. É dito que quem encontrou um amigo possui um tesouro.

É Jesus que nos dá o exemplo da preciosa amizade. Compulsando os Evangelhos, nós O vemos rodeado pela multidão. Servindo. Curando. Amparando. Ensinando.

Mas, nas noites estreladas, é na casa de Simão Pedro, em Cafarnaum, que Ele distribui as lições mais íntimas.

Para o Seu colegiado, para aqueles homens que haviam deixado suas famílias, suas vidas, para viver uma nova vida, Ele oferece a Sua amizade.

Compartilha Sua vida com eles. Não prescinde dos amigos.

Quando ia a Jerusalém, por lhe ser hostil a cidade, buscava refúgio na casa dos amigos de Betânia: Lázaro, Marta e Maria.

Dedica-se aos amigos. Quando Lázaro adoece, as irmãs o mandam chamar nas distâncias da Pereia. Dois dias de viagem até Betânia. E o amigo vem.

Retira Lázaro das sombras do túmulo, pois que não estava morto. Somente em estado letárgico. Devolve-o à convivência da família pela qual Ele nutre amizade.

Quando adentra a cidade de Jericó e avista Zaqueu, o publicano, sobre a árvore, Ele o olha e diz: Desce depressa. Porque hoje tenho de hospedar-me em tua casa.

Poderia dar a lição do Reino dos Céus ali mesmo. Afinal, o homem estava à espera dEle. Contudo, o Mestre faz questão de demonstrar a importância da amizade. Tenho de hospedar-me em tua casa.

Zaqueu prepara um banquete. O melhor, para o amigo que o acabara de conquistar.

Na ceia derradeira, Ele diz aos Apóstolos reunidos: Vós sois meus amigos... Já não vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Mas chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo aquilo que ouvi de meu pai.

Após a sua morte, é um amigo, José de Arimateia, que vai ter com Pilatos e requer o corpo de Jesus.

Receava que O lançassem a alguma vala comum. Como restassem apenas poucas horas antes do pôr-do-sol, ele oferece o seu próprio sepulcro novo para jazigo do corpo de Jesus.

Outro amigo de Jesus, Nicodemos, quis prestar ao Mestre um derradeiro serviço. Providenciou que se comprassem cem libras de essências odoríferas e um grande lençol de linho precioso para embalsamar-lhe o corpo.

* * *

Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

O amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da ventura e da paz.

O amigo verdadeiro ampara nas horas tristes. Alegra-se com as alegrias do outro. Nada exige. Não impõe condições. Aceita o outro como ele se apresenta.

Se algo descobre de mau, desagradável, no outro, sugere, aconselha, sem imposição.

A amizade verdadeira não é cega, mas se enxerga defeitos nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.

Nos trâmites da Terra, a amizade leal é a mais formosa modalidade de amor fraterno, que santifica os impulsos do coração nas lutas mais dolorosas e inquietantes da existência.



Redação do Momento Espírita.